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Diretório de Advogados
Moises Muniz
São Paulo (SP)
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Moises Muniz
Comentário ·
há 5 anos
COVID-19 pode ser considerada uma doença ocupacional?
Pamela Farias
·
há 5 anos
Muito bem explicado doutora. Direto ao ponto e entendível até para um leigo. Mesmo com a didática que oferece facilidade de entendimento, não se perdeu a elegância da forma jurídica de escrever.
Adorei o artigo Muito obrigado.
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Pamela Farias
Artigo ·
há 5 anos
Trabalho presencial durante a pandemia e o tratamento aos empregados do “grupo de risco”
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Diogo de Mattos
Comentário ·
há 10 anos
O rombo que há nas contas públicas não provém da previdência social
Justificando
·
há 10 anos
O "modelo solidário" é um sistema de pirâmide disfarçado, onde os que entram na base da pirâmide "sustentam" os de cima, ou seja, para manter tal sistema viável é preciso revisar os índices de desconto, regras de aposentadoria, tempo, etc. Quanto mais se vive, e se não mudar as regras, mais aposentados irão ter, esses recebendo salário integral, enquanto os contribuintes contribuem apenas com parte do salário.
Se tiver 70 milhões de pessoas contribuindo com 30% de seu salário, como colocado acima, equivalerá a 21 milhões de salários integrais, digamos que salário médio de R$ 2.000,00, totalizando R$ 42 bi. Agora com 19 milhões de aposentados a uns salário médio de R$ 1.500,00, teremos um custo de R$ 28,5 bi. Sem contar os auxílios gratuitos, aqueles que não contribuem.
Mantendo a expectativa de vida, e mantendo o crescimento populacional do país, em 2050 esse custo será igual ou superior para os que estão contribuindo, ou seja, os que contribuem não bancarão os aposentados, o que acontece quando inverte a pirâmide? Quebra, cai para algum lado, é o que acontece com o nosso sistema previdenciário.
Sou a favor da revisão da aposentadoria, tenho 29 anos e acho certo aumentar a idade miníma. Agora sou contra apenas o povo ter que rasgar na carne e o custo da máquina pública não diminuir, além do que sou contra estabilidade no funcionalismo público, o que acontece, em uma crise, quando uma empresa diminui os recursos e os trabalhos? Ela demite. Agora o que acontece quando um país quebra? Nada, os demais que não fazem parte do governo ou da máquina pública devem manter a arrecadação para manter os caprichos do outro lado.
Isso lembra as monarquias de antigamente, onde o povo, faminto, sustentava os reis e toda a sua corja.
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João Beno Schreiner Junior
Comentário ·
há 10 anos
O rombo que há nas contas públicas não provém da previdência social
Justificando
·
há 10 anos
Artigo muito prolixo, o quê, muitas vezes, denuncia a intenção de enganar o leitor incauto. Nesse caso, ele atenta contra a necessidade de explicar o formato da nossa previdência.
Nossa previdência não segue o formato tradicional, citado pelo autor, aonde o trabalhador colabora para um fundo, e, dependendo da performance deste em investimentos, obtém lucros que garantem seu sustento pelos anos da sua aposentadoria.
Na nossa previdência, o modelo é o solidário, aonde o trabalhador atual sustenta o aposentado atual, bem como outros benefícios, como aposentadoria do trabalhador rural, auxilio doença, e aposentadoria de pacientes de doenças terminais.
Nesse modelo, ao se aposentar, o trabalhador tem R$ 0 (ZERO reais!!!) "guardados". Ele tem direito a uma cota calculada sobre o valor contribuído, a ser paga pelos trabalhadores atualmente da ativa. Com isso, conforme a população passa a: I) Viver mais, e II) Ter menos filhos, o sistema vai se tornando cada vez mais difícil de sustentar, uma vez que o governo tem que usar mais da arrecadação de impostos (Sejam impostos diversos, ou impostos específicos para custear a previdência social), gerando um custo maior para a sociedade como um todo, ou tem que emitir mais títulos da divida, o que no longo prazo acaba gerando um resultado mais nefasto para a sociedade como um todo.
Além disso, nossa previdência não faz nenhum tipo de investimento, logo, quando ocorrem prejuízos, a inflação aumenta além da conta, ou uma queda de arrecadação, o governo acaba arcando com os custos do INSS. O Autor diz que a União faz uso do dinheiro do INSS para custear obras de infraestrutura e saneamento básico, quando a verdade é que a maioria dessas obras é custeada por fundos de verdade, como por exemplo, o FGTS. Tente achar na internet uma obra que foi custeada pelo "fundo" do INSS, depois tente achar as obras custeadas pelo FGTS, compare a diferença entre os resultados. [Continua...]
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